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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

O Fim da Internet Como Conhecemos. [SOPA]


A Wikipedia vai estar fora de serviço durante todo o dia de quarta-feira. Não por causa de qualquer problema informático, mas sim para protestar contra a lei anti-pirataria que está a ser debatida no Congresso dos EUA.
«A comunidade da Wikipedia decidiu submeter a sua versão em inglês» à iniciativa, «durante 24 horas, «em protesto por propostas de legislação dos Estados Unidos», indicou a Wikimedia Foundation, que dirige a comunicação da companhia.
Se for aprovado, o projecto de lei apoiado pelos Republicados «prejudicará a Internet livre e aberta e proporcionará novas ferramentas para a censura de sites internacionais dentro dos EUA».
A Wikipedia integra a Netcoalition.com, uma plataforma que uniu empresas como Google, Yahoo!, Facebook, Foursquare, Twitter, Amazon, Mozilla, AOL, eBay, PayPal, LinkedIn, OpenDNS e Zynga para tentar travar a iniciativa legislativa.
O Google e o Facebook também deixaram em aberto a possibilidade de suspenderem os seus serviços, mas nenhum deles confirmou ainda uma decisão nesse sentido.
A lei Stop Online Piracy Act (SOPA) tem como data limite de aprovação o próximo dia 24 de Janeiro. No caso de ser dada luz verde à legislação, o Departamento de Justiça norte-americana teria livre trânsito para investigar, perseguir e desconectar qualquer particular ou empresa que possa ser acusado de publicar material com direitos de propriedade intelectual dentro e fora do país.
Fonte: AF

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Haiti sofre 2 anos após tremor

São quase 16 horas, e Marie-Claire Saint Victor está finalmente cozinhando o seu almoço num caldeirão sobre uma pequena fogueira no chão: um pouco de feijão e arroz que ela comprou com uma esmola de 15 gourdes (US$ 0,37) que recebera há pouco. Desde o terremoto de 12 de janeiro de 2010, que matou seu único filho, Marie-Claire mora em uma tenda na frente dos escombros da Catedral de Porto Príncipe, no Haiti.
“O governo nunca esteve aqui”, disse Marie-Claire, de 57 anos, cuja tenda fica a poucas centenas de metros do gabinete do presidente Michel Martelly, improvisado nos fundos do Palácio Nacional, também destruído e não reconstruído. Viúva desde 1993, ela conta que era sustentada por seu filho Emmanuel Shouti, de 36 anos, que trabalhava como vendedor numa loja de cimento. “Quando (as entidades humanitárias) trazem ajuda, os mais fortes ficam com a comida, barracas e outras coisas que eles dão. Eu sou velha, não consigo brigar, não recebo nada”, explica.
Dois anos depois do terremoto, e apesar dos cerca de US$ 4 bilhões em ajuda humanitária internacional, 500 mil pessoas continuam vivendo em barracas espalhadas por centenas de acampamentos. De acordo com um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), 34% do dinheiro acabou voltando para os próprios países doadores, para cobrir gastos com a ajuda ao Haiti de suas Forças Armadas e órgãos do governo; outros 28% foram para agências da ONU; 26% para empresas privadas contratadas e para organizações não governamentais; 5% para a Cruz Vermelha e assim por diante.
Muito pouco dinheiro tem sido destinado diretamente na reconstrução de casas e criação de empregos. O desemprego saltou de 40% para 70% depois do terremoto. Thermofis Jean Yvan, de 42 anos, foi um dos que perderam o emprego e nunca mais conseguiu outro. Ele trabalhava como motorista de caminhão para a Administração Portuária. Diz que, como ele, cerca de 1.500 funcionários do porto foram demitidos.
Yvan sustenta a mulher e quatro filhos com ajuda dos amigos. Vivem acampados na Praça Champs de Mars, que se transformou em uma favela, inteiramente ocupada por barracas de lona.
Daniel Clergé, um vendedor ambulante de 45 anos, vive na praça com a mulher e os quatro filhos desde o dia do terremoto, que destruiu sua casa. Ele afirma que o governo nunca lhe ofereceu ajuda. Ao contrário. Há cerca de quatro meses, o governo mandou interromper o fornecimento de água para a favela, que era feito pela ONG americana Ação Contra a Fome. “Nossa situação piorou muito depois do corte”, diz Clergé, que ganha cerca de US$ 10 por dia vendendo calças e tênis nas ruas.
O presidente Martelly, eleito em março com a promessa de criar empregos e incentivar a iniciativa privada, tem dito que grande parte da ajuda financeira internacional não foi bem empregada porque se concentrou na assistência às vítimas em vez da reconstrução e desenvolvimento do país. Os doadores internacionais recusaram-se a entregar dinheiro ao governo do ex-presidente René Préval com receio de desvio.
Só em outubro, depois de duas tentativas frustradas, Martelly conseguiu aprovar no Parlamento, dominado pela oposição, o nome de um primeiro-ministro, condição para a formação de um gabinete e de um governo. É como se o terremoto tivesse sido há duas semanas, não há dois anos.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Irã ameaça porta-aviões americano







A escalada verbal e militar entre o Irão e os Estados Unidos subiu mais um patamar. No último dos 10 dias de exercícios aeronavais no Estreito de Ormuz, o Chefe do Estado-Maior iraniano, o general Ataollah Salehi, proferiu uma ameaça:
“Nós recomendamos, aconselhamos, ou melhor ainda, avisamos o porta-aviões americano, que estava no Golfo Pérsico e que constituía para nós uma ameaça, que não deve regressar. E nós não estamos habituados a repetir os nossos avisos.”
O porta-aviões em questão é o USS John C. Stennis da classe Nimitz, a propulsão nuclear, com uma capacidade de transporte de 90 aviões e helicópteros.
Para Jay Carney, porta-voz da Casa Branca, esta ameaça “reflete o facto do Irão se encontrar numa situação de fraqueza. Esta é a confirmação que o regime de Teerão está debaixo de uma pressão crescente devido ao falhanço contínuo em responder às suas obrigações internacionais. O Irão está isolado e está a tentar desviar a atenção dos seus problemas domésticos.”
A moeda iraniana atingiu esta terça-feira um novo mínimo face ao dólar, agravando o preço das importações. Se as sanções americanas forem completamente implementadas o Irão terá dificuldades em vender petróleo nos mercados internacionais.
Fonte: Euronews

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Liberdade!



A liberdade é o desejo mais intimo de cada um, quantas pessoas já morreram tentando conquistá-la, guerras em prol dos oprimidos, e hoje o que vejo são todos vocês com medo de realizar algo como o ato livre, são quase como uns robôs, agem automaticamente sem pensar no que fazem, o mundo estar mudando e você continua esse dinossauro vivendo no passado, achando que tudo estar normal, ou não tem força o suficiente para mudar, que tipo de pessoa é você? Somos uma geração que esta a lutar em uma guerra sem sentido, atacamos nós mesmos isso não é racional, porque um organismo que luta contra ele mesmo esta condenado, sem forças, sem atitude não terá mudanças. Liberte-se primeiramente de si mesmo e depois venha lutar contra toda opressão do mundo moderno e façamos nós mesmo as mudanças.

Temos que deixar de nos esconder e largar a hipocrisia de lado, perder o medo de tudo que nos prende aonde estamos neste momento, parar de viver essa vida mesquinha, o que vamos ganhar apenas reclamando, enquanto os que agem nos roubam e nos assalta no planalto, e a impunidade segue solto, a culpa é sua Zé Ninguém. Os seus problemas não acabam quando você coloca a cabeça em seu pequeno mudinho e na terra como o pobre avestruz.



A mudança é a lei da vida. E aqueles que apenas olham para o passado ou para o presente irão com certeza perder o futuro.
John Kennedy